Morre Isaac Bonewits
Isaac Bonewits (nascido em 01 de outubro de 1949, falecido em 12 agosto, 2010) foi um líder pagão influente e autor. Ele era um liturgista, orador, jornalista, Sacerdote Neodruida e um cantor, compositor e artista independente. Nascido em Royal Oak, Michigan, Bonewits esteve fortemente envolvido no ocultismo desde 1960.
Em 1966, quando se matriculou na Universidade de Berkeley, Bonewits juntou-se aos Reformed Druids of North America or RDNA. Bonewits foi ordenado como Sacerdote Neodruida em 1969.
Bonewits graduou-se pela UC Berkeley em 1970, com um Bacharelado em Artes de Magia, tornando-se a primeira e única pessoa a receber um tipo de grau em Magia por uma Universidade conceituada. Seu primeiro livro, Real Magic, foi publicado em 1971. Entre 1973 e 1975 Bonewits foi contratado como editor da revista Gnostica em Minnesota (publicada por Llewellyn Publications), criou um grupo de desdobramento do RDNA chamado Schismatic Druids of North America, e ajudou a criar um grupo chamado Hasidic Druids of North América (apesar de seu status ao longo da vida como um “gentio”). Ele também fundou a breve Aquarian Anti-Defamation League (AADL), um dos primeiros grupos Pagãos de direitos civis.
Em 1976 Bonewits voltou para Berkeley e retornou ao seu Grove original de lá, então como parte da New Reformed Druids of North America (NRDNA). Mais tarde, foi eleito Archdruid do Grove de Berkeley.
Em 1983 Bonewits fundou a Ar nDraiocht Ar Fein (também conhecida como “A Druid Fellowship” ou ADF), que foi incorporada em 1990 no estado de Delaware como U.S. 501(c)3, uma organização sem fins lucrativos. Ele fez o primeiro anúncio público da organização em 1984 e deu início às inscrições no primeiro WinterStar Symposium em 1984. Ao longo dos anos Bonewits também teve vários graus de envolvimento com a Ordo Templi Orientis, Wicca Gardneriana, a New Reformed Orthodox Order of the Golden Dawn, bem como outras. Bonewits era uma presença regular em festivais Neopagãos por todo EUA.
Em 1990, Bonewits foi diagnosticado com a síndrome de eosinofilia-mialgia. Embora a doença tenha reduzido muitas de suas atividades e viaagens por um tempo, ele permaneceu como Arquedruida da ADF até 1996. Naquele ano, ele renunciou ao cargo mas manteve o título vitalício de Arquedruida Emérito da ADF.
Um compositor, cantor e artista, ele produziu dois CDs de música Pagã e gravou inúmeras palestras e debates produzidos e distribuídos pela Association for Consciousness Exploration. Ele morava em Rockland County, Nova York, e foi membro da Covenant of Unitarian Universalist Pagans (CUUPS). Em 23 de julho de 2004 se casou através de uma cerimônia Handfasting com uma antiga vice-presidente da organização, Phaedra Bonewits Heyman, e teve um filho de um casamento anterior com a autora e Sacerdotisa Gardneriana Deborah Lipp, Arthur Shaffrey Lipp-Bonewits.
Bonewits foi incentivador de programas de caridade para ajudar os idosos neopagãos e em janeiro de 2006 foi o principal orador na Conference On Current Pagan Studies da Claremont Graduate University, em Claremont, na Califórnia.
Em 25 de outubro de 2009, Bonewits foi diagnosticado com uma forma rara de câncer de cólon, o qual foi submetido a tratamento. Ele morreu em casa, em 12 de agosto de 2010, cercado por sua família.
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As bolas de cristal
As bolas de cristal são instrumentos realmente poderosos, porém, tornou-se apenas mais um mito da cultura cigana assim como a leitura das mãos ou até mesmo a leitura de cartas.
As duas últimas hoje em dia já são mais aceitas por existir um estudo dirigido sobre cada uma delas.
A grande dificuldade sobre a bola de cristal seria explicar o mecanismo de funcionamento da intuição, mas se formos voltar no tempo e refletirmos de onde teriam surgido todas as explicações sobre a interpretação de cada linha da mão ou então de todas as explicações de correspondência de cada carta do tarot, fatalmente não chegaríamos numa explicação lógica sobre o assunto, portanto, fica claro a influência intuitiva sobre todos estes tipos de leitura, e assim podemos compreender melhor e não mais como um mito este fascinante tipo de oráculo.
As Constelações e os Signos do Zodíaco
Desde a antigüidade o homem, levantando a sua cabeça para o céu, começou a indagar o que significavam todos aqueles pontos brilhantes que apareciam desde o momento que o Sol se punha. E, para guiá-los na noite, os homens das primeiras civilizações abriram mão de um artifício.
As chamadas estrelas fixas estão a uma tão grande distância da Terra que seu movimento fica imperceptível aos olhos humanos, de forma que sua posição no céu leva milhões de anos para se modificar. A humanidade que desde sua origem, sentiu a necessidade de perpetuar imagens de seu cotidiano, assim deixou gravados os primeiros desenhos de animais que são vistos nas cavernas paleolíticas. Movidos por sua necessidade de se guiarem durante a noite escura do deserto, os povos da antigüidade – especialmente aqueles que viviam entre os rios Tigre e o Eufrates – acharam conveniente ligar entre si aqueles pontos luminosos representados pelas estrelas fixas e que, aparentemente, poderiam tomar formas de animais ou mesmo de seres legendários. Esta identificação ou classificação feita pelos povos da antigüidade, ainda hoje faz parte de nossa tradição e ajuda os seres humanos a se localizarem, seja em terra que no mar. É lógico que as constelações representam o céu a partir de um determinado ponto de observação da Terra. Se nos localizássemos na Lua ou em Marte o mesmo desenho não poderia ser aplicado às constelações.
Arquétipos da Simbologia Astrológica
A Astrologia é o estudo das relações cósmicas de todos os conhecimentos, especialmente os acontecimentos humanos sobre a Terra, tomados como existência humana, juntamente com a história de sua evolução, não somente no sentido geral, como no sentido da existência particular do indivíduo, seus aspectos exteriores e os aspectos que lhe conferem o conteúdo da vida subjetiva, isto é, a dor e o prazer, o medo e a esperança, o amor e o ódio, o erro e a verdade, o nascimento, a doença e a morte, e, para dizer numa só palavra, o seu destino como Ser Humano.
Liberdade, Igualdade e Fraternidade (A interpretação astrológica)
A Igualdade é o símbolo de Libra, ou Balança. Este signo é o símbolo universal do equilíbrio, da legalidade e da justiça, concretizados pelo senso da diplomacia e da cortesia, que o caracterizam, assim como a aversão à agressividade e à violência de Áries, que está diante dele. Libra significa, em última análise, um caráter afável, um sentido de justiça, harmonia e sociabilidade , que são, todos, atributos da igualdade.
A Fraternidade é perfeitamente ilustrada pelo signo de Gêmeos, em sua dualidade , representado por dois gêmeos, que são os míticos Castor e Pólux, cada um desempenhando seu papel, sem nenhuma proeminência sobre o outro. O signo de Gêmeos é dual, porque simboliza o momento em que a força criativa de Áries e Touro divide-se em duas correntes: uma tem sentido ascensional , espiritual, e a outra é descendente, no sentido da multiplicidade das formas e do mundo fenomênico. Considere-se, também, que, face a Gêmeos, está Sagitário, governado por Júpiter, Zeus, Deus, do qual todos os homens emanam, o que os faz irmãos uns dos outros, com cada um procurando-o, à sua maneira.
A Liberdade é apanágio de Aquário, simbolizado por Ganimedes, pelo anjo derramando, sobre a humanidade, o cântaro do saber ; saber, que, se for bem utilizado, pode ser um meio de acesso à liberdade, com a condição de que aceite a superioridade do iniciado. Só o iniciado , o sábio , poderá reconhecer os limites além dos quais não poderá ir, pois esta é a maneira dele chegar ao conhecimento dos mistérios divinos. Essa ligação com o divino, da qual Moisés é um símbolo, o respeito às leis divinas, fundamental para uma existência pacífica e harmoniosa, serão, também, assinalados pelo signo frontal a Aquário: Leão, cujo símbolo é o Sol; o Sol, símbolo do UM, símbolo de Deus.
Esses três signos, Libra, Gêmeos e Aquário, são os signos do ar do zodíaco. E os signos do ar são símbolos do espírito, são símbolos do cosmos, que o iniciado deve procurar conhecer e compreender.
Alegorias astronômicas da Bíblia Sagrada
Karma e Dharma
CAUSA E PROPÓSITO DO DESTINO
Sob o ponto de vista de quem atravessa um momento de sofrimento agudo em sua existência, nada pode ser mais inoportuno e desagradável do que alguém racionalizar ou tentar “explicar” as causas de sua dor com base em eventos passados nesta ou em alguma vida pregressa.
A racionalização em momento inoportuno, longe de causar alívio, pode até mesmo aumentar o sofrimento e a revolta do sofredor, por ver alguém racionalizando friamente sobre seu sofrimento, em um momento em que desejaria receber conforto, empatia e calor humano.
O Carma e o Darma (respectivamente, a causa e o propósito dos eventos) devem ser estudados sim, mas em situações prévias de estabilidade e de normalidade. Jamais devemos atormentar um sofredor com racionalizações e explicações em um momento de sofrimento intenso.
Mas não há dúvida de que esses temas são importantes e sua compreensão prévia pode auxiliar o sofredor na compreensão e na absorção de seu sofrimento.
A maior contribuição do pensamento oriental ao Ocidente foi a noção de carma como um encadeamento de causas pretéritas formando o cenário e as condições de nossa vida presente. A palavra carma já está definitivamente incorporada ao vernáculo de todas as nações ocidentais, e mesmo as pessoas que não se identificam com a filosofia oriental ou com o movimento espírita sabem o que significa essa palavra e falam fluentemente sobre o carma, embora de forma muitas vezes simplista e distorcida. O pensamento comum supõe que um carma seja uma espécie de operação aritmética de soma e subtração, quando, na verdade, é uma função integral ultracomplexa em que um conjunto de causas interagem holograficamente para gerar um efeito.
A Lei do Karma
Para se definir karma devemos primeiro saber o que o karma não é. Geralmente as pessoas confundem esse conceito ligando-o muito à um uso causal. Normalmente as pessoas falam resignadamente sobre uma situação em particular e fazem uso da idéia de Karma para se reconciliarem com ela. Quando as pessoas falam de Karma desta maneira, subentende-se que Karma é um veículo de escape assumindo todas as características de uma crença em predestinação, ou destino. E com certeza este não é o significado correto de Karma.
Em um nível mais fundamental, a Lei do Karma nos ensina que certos tipos de ação nos leva inevitavelmente à resultados similares. Se fazemos algo beneficente, cedo ou tarde obteremos um resultado beneficente, e se fazemos algo danoso nós inevitavelmente obteremos um resultado danoso. Isto é o que queremos dizer, no Budismo, quando nos referimos que certas causas nos trazemos efeitos particulares que são similares na natureza àquelas causas.
No ensinamento Budista, a lei do karma, diz somente isto: ‘para todo evento que ocorre, seguirá um outro evento cuja existência foi causada pelo primeiro, e este segundo evento poderá ser agradável ou desagradável se a sua causa foi benfazeja ou não.’ Um evento benfazejo é aquele que não é acompanhado por cobiça, resistência ou ilusão; um evento incorreto é aquele que é acompanhado por uma dessas coisas. (Eventos não são corretos por si só, mas eles são chamados assim somente em virtude dos eventos mentais que ocorrem com eles.)
Logo, a Lei do Karma prega que responsabilidade para as ações incorretas nasce da pessoa que os comete. O Karma não está condicionado à crença na reencarnação, mas sim, é parte daquela doutrina. Você não tem que acreditar em vidas prévias para aceitar o Karma.
Karma significa ‘ação’. Literalmente, alguma coisa ‘que inicia um movimento ‘em algum tempo no passado’ tem um efeito em algum outro tempo. Portanto, Karma pode surgir de nossa vida atual tanto quanto de uma outra passada.
O Karma é freqüentemente pintado com alguma coisa negativa ou ‘ruim’, mas pode ser também positivo e ‘bom’. Na verdade Karma é neutro. karma é um constante equilíbrio de forças entre nós mesmos e o mundo em que vivemos. É um sistema dinâmico, auto-ajustável no qual existe um feedback constante de acordo com a maneira com a qual nós aceitamos ou recusamos nossas experiências a cada momento. Nossa reação e atitudes diante da experiência é mais importante que a própria experiência.
Invocação e ritual de Hécate
Hécate, a misteriosa Deusa das Trevas e protectora de todos os Bruxos, é a personificação da lua e do lado escuro do princípio feminino. Seu nome é grego e significa “aquela que tem êxito de longe”, o que a liga a Diana (Artemis), a virgem caçadora da lua.
Na mitologia, Hécate era filha dos titãs Perses e Asteria, e acreditava-se que vagava pela terra e assombrava as encruzilhadas nas noites sem lua com uma matilha de cães fantasmagóricos e uivantes.
Como Diana, Hécate pertence à classe das deidades portadoras de archote, sendo retratada portando um, afim de se ajustar à crença de que era a deusa lunar nocturna e poderosa caçadora que conhecia seu caminho no reino dos espíritos. Controlava as fases de nascimento, vida e morte, e dizia-se que os poderes secretos da Natureza estavam sob seu comando.
Embora os cães fossem os animais mais sagrados para ela, Hécate estava associada às lebres na antiga Grécia, como a sua equivalente germânica, a deusa lunar Harek.
Energias Usadas em feitiços
Energia Natural
É a Energia dos elementos da Natureza, como Ervas, Cristais, Componentes animais e também o uso das linhas de força do Planeta, conhecidas como Forças Telúrica.
Energia Elemental
É aquela em que a Bruxa pede ajuda a seres ligados aos Quatro Elementos (Água, Fogo, Terra e Ar), isto é, trabalha com os Gnomos, Fadas, Salamandras, Silfos, Dragões e outros seres do Mundo Astral.
Energia Planetária
Como o próprio nome diz, é o trabalho com as Energias dos Planetas. As Bruxas, de um modo especial, trabalham com a chamada Energia Lunar, pois a Lua é um refletor não só da Energia Solar como da Energia de todos os Planetas do nosso sistema.
Energia Divina
É quando a Bruxa trabalha diretamente com os Deuses, evocando seu poder para o trabalho mágico.
Energia Pessoal
É aquela gerada interiormente, ou seja, da própria fonte de Energia interna da Bruxa. Essa Energia é chamada Kundalini no Oriente, e nada mais é do que a energia Sexual do ser humano, que, na verdade, é a nossa maior fonte de Poder Pessoal.























